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À descoberta do teatro oprimido

ligado . Publicado em BE-Open Space (ESEC) - 2018/2019

Tal como anunciáramos, Inácia Cruz esteve na escola, na passada quinta-feira, dia 17 de janeiro. A animadora criou uma disposição espacial na biblioteca da EB com duas turmas do 3.º ciclo (8.ºC e 9.ºD) e na biblioteca da ESEC com duas turmas do 11º e 12º do Curso Profissional de Comércio e assim desenvolveu o chamado teatro-fórum ou teatro do oprimido.

O que é o teatro do oprimido?

É um ponto de partida para o debate de problemas que, através de técnicas centradas na descoberta do EU e na capacidade de se colocar no lugar do outro, contribui para a formação de cidadãos conscientes e participativos, sobretudo, na defesa de direitos das populações. Por isso, se começou por ser uma forma de representação usada por camponeses e operários, é utilizada nos dias de hoje por professores, animadores de leitura (como o caso de Inácia Cruz), artistas, psicoterapeutas e ONGs.

Nestas sessões, a animadora levou os alunos participantes a refletir sobre preconceitos relacionados com papéis sociais e com a noção de diferença. Se a professora esteve muito bem (parabéns, Inácia!) os alunos conseguiram corresponder e seguir o fio condutor que a animadora foi tecendo à medida que a sessão se desenvolvia. Os professores colaboradores, chamados a entrar na "peça", vestiram muito bem as personagens que lhes couberam.

Esta atividade insere-se no projeto aLer+. Consideramos que se deu um passo significativo na descoberta da biblioteca, por parte das turmas participantes, como sendo um espaço de ideias e de debate. No futuro, mais ou menos próximo, os alunos envolvidos, poderão recorrer à leitura, aos livros, para aprofundar os problemas, as lutas, as questões que o teatro do oprimido os levou a pensar e repensar. Hoje, amanhã, para o ano talvez... boas leituras:)

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Dia Internacional da Pessoa com Deficiência

ligado . Publicado em BE-Open Space (ESEC) - 2018/2019

No âmbito da comemoração do “Dia Internacional da Pessoa com Deficiência”, o Grupo de docentes de Educação Especial em articulação com O Departamento de Expressões, promoveu atividades subordinadas ao tema “Ser inclusivo…”, as quais decorreram nas várias escolas do Agrupamento de Escolas de Caldas de Vizela, nos dias 3 e 4 de dezembro, com o objetivo de sensibilizar alunos, professores e demais comunidade educativa para o Respeito e a Aceitação da Diferença.

Nas escolas do 1º ciclo /jardins-de-infância foi exibido o filme “O Corcunda de Notre Dame”, alertando para as potencialidades de cada um, a diversidade cultural, o respeito, a aceitação mútua e a partilha, como base de uma sociedade inclusiva.

Na Escola Básica 2/3 e Escola Secundária de Caldas de Vizela, foi apresentado um vídeo, evocando as dificuldades sentidas pelas pessoas portadoras de deficiência nas mais variadas rotinas do dia-a-dia e a necessidade de se respeitar as normas e os espaços destinados às mesmas. No final, promoveu-se o debate entre os alunos sobre esta temática, partindo-se da premissa de que, respeitar os cidadãos portadores de deficiência, é reconhecer que eles possuem os mesmos direitos ao convívio, à acessibilidade, ao acesso a bens e serviços disponíveis para todos.  

Destacou-se também a importância de estes se centrarem nas capacidades da pessoa e não ficarem tão concentrados na sua deficiência, o que os poderá impedir de ver a “pessoa” para além da deficiência que mostra.

A temática da inclusão foi ainda trabalhada com as turmas do 2º ciclo, nas aulas de Educação Visual e Educação Tecnológica, tendo sido elaborados calendários e mensagens que estão em exposição. Em simultâneo, na Escola Básica 2/3 decorreu a tradicional Feira de Natal promovida pela Airev, com a venda de produtos executados pelos seus utentes.

No cômputo geral, as atividades foram bem acolhidas, pois suscitaram uma participação ativa e entusiasta, sobretudo, por parte dos alunos.

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